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Polígonos e Astronomia |
Enviado por MauSim em: 25/Oct/2004 08:01 PM Tenho uma idéia que já de cara digo que é mirabolante. Mas, como tudo em
astronomia é 'exagerado', vocês vão me perdoar a ousadia.
Indo nas águas de Lord Kelvin, que dizia que 'se você expõe sua idéia
através de números, então você entende algo a respeito', vou torrar a
paciência de vocês com alguns cálculos, mas não há outro jeito. Vou tentar
me apoiar neles.
E, antes de entrar no assunto propriamente dito, vou fazer um rodeio pela
eletricidade, pela Lei de Ohm.
Para se calcular a intensidade de uma corrente, usa-se a fórmula I = E / R,
sendo 'I' a intensidade, 'E' a tensão e 'R' a resistência do circuito.
Assim, 'R' não pode ser zero, pois 'I' tende a Infinito nessa hipótese.
Embora a matemática diga que isso é impossível (o numerador ser zero), a
Natureza não sabe disso e, se enfiarmos um fio curto nos dois olhinhos da
tomada, vai haver uma explosão e vai torrar o fio e a gente junto, se houver
potência no sistema para isso.
O fio curto causa o curto-circuito, é claro.
Ou seja: pela baixa resistência do fio a Intensidade foi às nuvens. Se o fio
tivesse uma resistência próxima de zero, 'I' tenderia a Infinito.
Será que estou certo?
E o que tem isso com astronomia?
O seguinte: se você inscreve um polígono regular dentro de um círculo e vai
aumentando o número de lados desse polígono, mais e mais ele se aproxima da
forma do círculo que o abriga.
Acontece que o círculo não existe com o rigor matemático. O que vemos é a
representação do círculo, mas não o círculo em si mesmo, matemático.
Como um dos lados do polígono inscrito é
c = 2 . r . sen(180/F)
(sendo 'c' o lado, 'r' o raio do círculo e 'F' a quantidade de faces do
polígono)
'c' tende a zero, enquanto 'F' tende a infinito.
Como 'F' não vai a Infinito, pois Infinito não é um número, 'c' não vai a
zero... mas aí é que está a questão...
'c' valendo zero é o mesmo que a 'redondeza' absoluta, o valor
impossível...
Ir a zero seria também a negação da existência do lado, e, consequentemente,
da existência do próprio polígono. Impossível!
Mas aí, com o paralelo da eletricidade, a Natureza sabe disso?
Chego à pergunta mirabolante:
Se uma estrela 'solitária', livre gravitacionalmente da vizinhança de outras
estrelas que poderiam perturbar sua forma e presa de sua própria gravidade
que a faz ser esférica,
por um átimo, uma fração de tempo infinitesimal, o que aconteceria nas
vizinhanças de se tornar 'perfeitamente' redonda?
Tenderia à negação da própria existência?
Expandiria o raio subitamente (=explosão) para 'compensar' o raio?
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Re: Polígonos e Astronomia |
Enviado por paulinho em: 27/Aug/2006 07:30 PM nada pode ser perfeitamente redondo(a) pois suas moléculas tem que ter uma
ligação atómica que,por essa ligação se encontra um caminho perfeitamente
reto, isto é, nada pode ser perfeitamente redondo(a).
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Re: Polígonos e Astronomia |
Enviado por paulinho em: 27/Aug/2006 07:32 PM e eu ia quase me esquessendo sim negaria a negação de sua própria existência.
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Re: Polígonos e Astronomia |
Enviado por Robinho em: 19/Sep/2006 07:28 PM Na verdade, se na equação c=2.r.sen(180/F), F tende a infinito, 180/F tende
a zero, portanto c tende a ser 2.r, pois seno (0)=1.
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Re: Polígonos e Astronomia |
Enviado por paulinho em: 3/Oct/2006 05:53 PM pode me esplicar essa formula de c=2.r.sen(180/f) porque na verdade eu estou
na 3ª série hehe!!!!!!
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